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in Diário do Sul
sábado, 6 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Comentários anónimos
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Como assinamos todos os artigos, também gostamos da coragem e frontalidade daqueles que cometam.
Não aceitamos e não publicamos comentários feitos de forma anónima.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Será possível??? O ninho de cegonha estava a fazer mal? A História Real
(A História Real)
Foi com agrado que fui recebido pelo responsável pela igreja do Sr. Jesus da Pobreza.
Fiquei a saber o que realmente havia acontecido com o ninho das cegonhas. A saber, parte do mesmo caiu para a rua, podendo vir a colocar que risco quem pelo local circulasse. Perante tal facto foram tomadas as medidas necessárias para manter o local sem perigo.
Neste momento, após solicitação, a entidade responsável pela igreja, tem licença para retirar o ninho ou colocar dispositivo que impeça que as cegonhas lá nidifiquem. Convém notar que, a licença não havia sido requisitada antecipadamente pois a situação não estava prevista.
Sabemos que se estudam medidas que permitam uma solução o mais correta possíveis quer para as cegonhas, quer para o segurança, quer ainda para a conservação do edifício.
Relativamente à, igualmente descrita, queda de um dos minaretes da igreja, tal não corresponde à realidade dos factos, tendo antes o mesmo sido retirado para evitar acidentes.
Tive igualmente, acompanhado pelo responsável pelo monumento, a oportunidade de o visitar, tendo-me sido transmitido, que a mesmo irá brevemente receber alguns obras de conservação e manutenção.
Fiquei contente por saber e observar um conjunto de preocupações para com a conservação da igreja e para com o tentar arranjar a melhor solução para o ninho das cegonhas. Pessoalmente, gostaria que a solução que vier a ser encontrada, se o custo o permitir, seja no sentido da manutenção do ninho que já se tornou uma referência naquele local.
Outro facto, recebido com alegria, pretende-se com a abertura da Igreja às 3ªs e 5ªs feiras para visitas, permitindo um melhor conhecimento do único monumento puramente barroco da cidade.
Satisfeito com o observado e com o que me foi transmitido, relato assim a versão real e final desta crónica.
(18 de Dezembro de 2014)
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(Crónica inicial)
Um ninho de bonitas e inofensivas cegonhas estava há muito templo a "adornar" a cúpula da igreja do Igreja do Senhor Jesus da Pobreza
Nos últimos tempos, porque a palavra passa palavra, muitos dos turistas que visitavam a cidade iam visitar a igreja, não para ver o seu interior, nem pela sua beleza, que é vulgar, visto a mesma estar permanentemente fechada apesar de se encontrar dentro do centro histórico, mas para ver e fotografar as cegonhas que tinham na cúpula da igreja o seu lar.
Este fim de semana, por ordem não sei de quem, o ninho foi retirado (nem sei se é legal derrubar ninhos de cegonhas, que há uns anos atrás estavam em perigo de extinção).
Fica a dúvida se foi derrubado ou transferido.
Hoje, durante todo o dia, as duas cegonhas que ai viviam , tristemente e sem compreenderem, digo eu, a situação, rondavam desesperadamente o espaço da ex.casa.
Engraçado notar que quem mandou retirar o ninho não tenha reparado nas ervas que crescem nos telhados da igreja, que em alguns sítios já dava para fazer jardinagem, no musgo e verdete que decora a cúpula, nuns sapatos que de forma decorativa repousam sobre umas pedras na fachada da igreja, na pintura desgastada, nas pedras a precisarem de uma limpeza e no lixo que se acumula no pátio frontal ao templo, deixado por mão humana.... .... Enfim, isso apenas são pormenores, isso não interessa, as cegonhas é que lá não podiam estar...
A minha indignação.
Nota: A localização do ninho não colocava em risco quem junto à igreja passava, se alguma protecção fosse prevista junto à base do ninho.
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Segundo informação que nos foi enviada o ninho foi retirado pois havia risco de derrocada de um dos pináculos, tendo inclusive ao que parece, caído um "bocado" do ninho e do pináculo para a rua do Chafariz d'el Rei criando risco a quem por lá circula.
Fica a justificação, mas ficam igualmente as dúvidas, se o pináculo caiu de quem seria a culpa? da conservação? das cegonhas?
Ainda recentemente tivemos uma varanda que caiu na cidade, felizmente não estava ninguém na mesma, mas a estar, de quem seria a culpa da pessoa que foi à varanda ou da conservação da mesma?
Uma coisa é certa, o ninho foi retirado, as condições no pináculo mantém-se, não vimos qualquer obra de conservação ou restauro do mesmo e o ninho está novamente a ser feito.
Não seria levantada qualquer "polémica" se o mesmo tivesse sido levantado ou transferido para arranjo ou restauro do pináculo, inclusive com a colocação de uma estrutura onde o ninho pudesse ser colocado.
...
Mas, fica a justificação, que tomamos como correcta e nos fazem aceitar que o ninho tenha sido removido.
Obrigado pelo esclarecimento
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Segundo informação que nos foi enviada o ninho foi retirado pois havia risco de derrocada de um dos pináculos, tendo inclusive ao que parece, caído um "bocado" do ninho e do pináculo para a rua do Chafariz d'el Rei criando risco a quem por lá circula.
Fica a justificação, mas ficam igualmente as dúvidas, se o pináculo caiu de quem seria a culpa? da conservação? das cegonhas?
Ainda recentemente tivemos uma varanda que caiu na cidade, felizmente não estava ninguém na mesma, mas a estar, de quem seria a culpa da pessoa que foi à varanda ou da conservação da mesma?
Uma coisa é certa, o ninho foi retirado, as condições no pináculo mantém-se, não vimos qualquer obra de conservação ou restauro do mesmo e o ninho está novamente a ser feito.
Não seria levantada qualquer "polémica" se o mesmo tivesse sido levantado ou transferido para arranjo ou restauro do pináculo, inclusive com a colocação de uma estrutura onde o ninho pudesse ser colocado.
...
Mas, fica a justificação, que tomamos como correcta e nos fazem aceitar que o ninho tenha sido removido.
Obrigado pelo esclarecimento
(Verdete e musgo não só na cúpula, mas em todo o telhado e pedras da fachada)
domingo, 2 de novembro de 2014
Continuando a saga da recuperação ...
Passeamos pela cidade. Olhamos e vimos coisas belas algumas delas a necessitarem de intervenção urgente.
Curioso de muitos, a quase totalidade, do monumentos e imóvéis a necessitarem de intervenção são propriedade privada ou propriedade privada da igreja.
Olhemos para muitas das casas senhoriais, algumas igrejas e conventos, nomeadamente o Convento do Carmo ex. Episcopado, a Igreja de Santa Clara, a Igreja de Santo Antão, etc. Cabe aos proprietários a execução das obras e em último recurso à DGPC (Direcção Geral do Património Cultural) *.
Às Camaras Municipais cabe a autorização para a realização das obras e a fiscalização das mesmas, bem como a conservação das partes de "propriedade pública". E, ainda bem que assim é, gostemos ou não, se não houvesse essa fiscalização, que alguns consideram de mão de ferro, já teríamos, por exemplo a Praça do Giraldo, recheada de edifícios pintados de diversas cores conforme os gostos dos proprietários.
Ontem, 6ª feira, tive a oportunidade de verificar, outro facto bastante "anti-turístico" para uma cidade em que muito do seu redimento é fruto desse turismo. Sabemos que Évora, tem muitas igrejas e conventos, ricas em talha, em azulejos, etc. Pois bem, aberta, apenas a Sé Catedral. Quem nos visita tem normalmente a pouca sorte de encontar quase todas as igrejas e conventos fechados. Sabemos que para estarem abertos é necessário a sua segurança e manutenção. Pague-se então uma entrada para as visitas (como em muitas outras cidades da Europa), a custo justo, excepto nas horas de culto.
Um bom exemplo é-nos dado pela Igreja de S. Francisco e Capela dos Ossos, porque não seguir-lhe o exemplo?
Igualmente incompreensível o facto de o Palácio D. Manuel, se encontrar quase em permanência fechado.
Felizmente o Templo Diana, A Praça do Giraldo, a Fonte da Porta de Moura, as Arcadas, o Aqueduto,..., não podem ser fechados, pois se tal fosse possivel, certamente quem nos visita nada teria para ver!!!
* - Diário da República, 1.ª série — N.º 102 — 25 de maio de 2012 »» Artigo 2 parágrafo 3 — São ainda atribuições da DGPC:a) Promover, quando necessário, a expropriação de bens culturais imóveis; ...Art 3 Parag. n) Celebrar acordos com os detentores de bens culturais com o objetivo de garantir a respetiva preservação e valorização; ... Parag. s) Aprovar a concessão de apoios financeiros ou outros incentivos a entidades públicas ou privadas, singulares ou coletivas, nacionais ou estrangeiras, que tenham por fim a conservação, salvaguarda e valorização do património cultural; ...

Cabe aos proprietários a conservação dos seus imóveis mantendo a integridade cultural dos mesmos

Imóvel privado a necessitar de recuperação

Imóvel privado agradavelmente integrado

O respeito pela cidade (prop. privada)

A falta de respeito pela cidade (prop. privada)

A falta de respeito pela cidade (prop. privada)

Tudo fechado. Uma constante para quem nos visita.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Implodir o EvoraShopping!!! Boato ou verdade?
Chegou-nos ao ouvido, mas tantas coisas que nos chegam aos ouvidos, umas verdadeiras outras menos verdadeiras, que se pensava fazer implodir o "ÉvoraShopping". Não sabemos se há alguma ponta de verdade, mas como eborenses gostaríamos de saber.
Não somos grandes defensores de centros comerciais, mas "mandar a baixo" algo que já está numa fase de construção bastante adiantada não nos parece o mais acertado. Ainda por cima, apesar de a construção ser de arquitectura moderna, não fere em nada o património pois localiza-se numa zona industrial recheada de "mamarrachos"
É Boato ou é Verdade?
Em caso de ser verdade que acham da situação?
Não somos grandes defensores de centros comerciais, mas "mandar a baixo" algo que já está numa fase de construção bastante adiantada não nos parece o mais acertado. Ainda por cima, apesar de a construção ser de arquitectura moderna, não fere em nada o património pois localiza-se numa zona industrial recheada de "mamarrachos"
É Boato ou é Verdade?
Em caso de ser verdade que acham da situação?
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Obras de "restauro" das Arcadas de Évora
Arcadas
Gostei de ver, há alguns meses atrás, que as Arcadas de Évora estavam a ser “restauradas”.
Gostei de ver e tive esperança que algumas inscrições, de antigas lojas, estavam a descoberto.
Não gostei de ver, que passados uns meses, os “restauros” parassem e inclusive nalgumas das colunas foi retirado o reboco e passaram o verão, altura em que a cidade mais visitantes recebe, nesse miserável estado. Talvez tivesse sido melhor não lhes “tocar”!!
Não gostei de ver as inscrições nas arcadas voltarem a ser tapadas.
Tenho esperança que a recuperação das muralhas continue ou, pelo menos, que os buracos deixados no reboco sejam tapados.
Tenho esperança que os eborenses “exijam” que as inscrições permaneçam à vista.
E, finalmente, por curiosidade, gostaria de saber, o motivo da paragem nas referidas obras?
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